Não é todo evento que se propõe a testar o jogador por completo. Alguns ficam na superfície: boas trocas, dinâmica rápida, fim de jogo e resenha.
Outros, como o “13 Horas – O Retorno a Benghazi”, vão além.
Aqui, o objetivo não é apenas jogar.
É resistir.
Uma operação pensada para o limite
Inspirado em cenários de conflito urbano e operações prolongadas, o evento coloca os operadores dentro de uma experiência contínua, onde o desgaste físico e mental se acumulam a cada hora.
Não existe conforto. Não existe pausa real.
São horas de missão, movimentação, tomada de decisão sob pressão e adaptação constante ao cenário. O tipo de evento que separa quem joga… de quem realmente se prepara.
Cronograma: quando o relógio vira adversário
📆 SÁBADO – 02 DE MAIO
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10:00 às 15:00 – Cronagem, credenciamento e entrega dos kits
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15:30 – Deslocamento das tropas para o campo
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16:00 – Início das missões
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05:00 (domingo) – Encerramento operacional
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05:30 – Premiação aos sobreviventes e resenha pós-game
Aqui, o tempo não é apenas referência.
Ele é parte do desafio.
A virada da noite, o cansaço acumulado, a queda de atenção — tudo entra no jogo.
O campo: onde a imersão acontece
O palco da operação será em Tirirical, na região da Estrada Parque Independência.
Um ambiente que favorece a proposta do evento:
movimentação tática, leitura de terreno e combates intensos em diferentes momentos da operação.
É o tipo de campo que exige atenção constante.
Porque aqui, erro não é detalhe.
É consequência.
SQUAD98: quem está por trás da missão
A organização fica por conta da SQUAD98, já conhecida por entregar eventos com proposta mais imersiva e exigente.
A escolha do tema, o formato contínuo e a estrutura da operação mostram uma intenção clara:
Criar algo que vá além do comum.
Mais do que um evento, uma experiência
“13 Horas – O Retorno a Benghazi” não é sobre quantidade de eliminações.
É sobre permanência em campo.
É sobre disciplina quando o corpo já está cansado.
É sobre tomada de decisão quando a mente já começa a falhar.
É sobre confiar no time quando tudo começa a pesar.
E no final, só uma coisa importa:
Quem permaneceu até o fim.
Fechamento do Colunista
Eventos assim não são feitos para todos — e não deveriam ser.
Porque o airsoft, quando levado a sério, deixa de ser apenas um jogo.
Ele vira teste.
Teste de resistência.
Teste de foco.
Teste de caráter dentro do time.
E é exatamente aí que operações como essa ganham valor.
Não pelo cenário.
Não pelo tempo.
Mas pelo tipo de jogador que elas revelam. 🎯

